Diário02/06/2010 21h59
Soneto Estrambótico Número 5 (Dedicado a Ana e a Aninha) by Lustato Tenterrara
Um Poema para Papais e Mamães Corujas Para seguir Brasil Poesias no Twitter e ganhar + 50 seguidores Soneto Estrambótico Número 5
Ana Átman
Soneto Estrambótico Número 5 Os teus pedaços Quem sabe eu tenha um laço Ana Átman
Lustato, é por isso que perdoo todos os teus deslizes...
assim eu não resisto. Tá vendo? Ôh coisa bem boa!!! há ± 1 hora
Fotos de Ana Átman - Pedaços de mim![]()
Você curtiu isto.
Alexandre de Oliveira
Belo pedaço de si... há mais pedaços para descobrir?
26 de outubro de 2009 às 00:04
Alexandre de Oliveira
Ah, mulher, quem juntar todas as peças do puzzle, ainda ficará a anos-luz de te saber toda! Adorei o beijo!
27 de outubro de 2009 às 04:07
Renato Siqueira
Gente, o Alexandre pega pesadão... O dia que eu tiver uma cantada poderosa dessa, pego quem eu quiser!!! hahahaha...
27 de outubro de 2009 às 08:12
Ana Átman
É verdade, Renato. O Alexandre é poeta.
Saiba: a palavra é o mais potente afrodisíaco. Um poeta jamais pega alguém. Ele faz com que o peguem e esse é o segredo das asas. Mário Quintana já sabia: "O segredo é não correr atrás das borboletas... É cuidar do jardim para que elas venham até você." E mais: o poeta sente mais prazer no desenhar do desejo do que no ato em si. Ele jamais permite a mácula dos seus pensamentos.... Ver mais Um beijo 27 de outubro de 2009 às 08:35
Renato Siqueira
Depois dessa, vou me recolher à minha insignificância... :)
Beijos. 27 de outubro de 2009 às 08:37
Ana Átman
Renato, por infinitas vezes eu já me senti assim. O tempo do recolhimento é necessário pro autoconhecimento. Depois disso percebemos o quanto somos grandiosos, também. Só precisamos permitir-nos enxergar a nós mesmos com outros olhos. Com os olhos da delicadeza.
Por essa sua reação vc demostrou sensibilidade. Isso é o principio de tudo. Vc tem um diamante aí e nem sabe. Lapide-o. 29 de outubro de 2009 às 10:36
Jose Luis Lacerda
te quero em pedaços
Ontem às 17:04
Ana Átman
Me daria de bandeja, Dr. se vc fosse cirurgião plástico.
srrsrs Ontem às 17:32
Jose Luis Lacerda
não há o que fazer
só apreciar Ontem às 17:48
Ana Átman
Oh, que querido... Então faz uma poesia pra mim, senão não acredito.
Ontem às 17:52
Jose Luis Lacerda
hahaha
tá bom Ontem às 18:11
Jose Luis Lacerda
mas preciso ver de perto
sentir a pele Ontem às 18:12
Ana Átman
Sem choro, baby. Quantos textos já escrevi pra vc? Esqueceu? Feche os olhos que vc me vê.
Ontem às 18:33
Jose Luis Lacerda
vou tentar
os teus pedaços Ontem às 18:39
Lustato Tenterrara
Soneto Estrambótico Número 5 (Dedicado a Ana e a Aninha)
(Lustato Tenterrara) Os teus pedaços vou juntando, um-a-um.... Ver mais Quem sabe eu tenha um laço para não perder nenhum. Porque, -- gostosa combinação de desejos, -- em cada pedaço teu, mil mistérios vejo. Fogo adormecido que a chama não abrasa. Cada vez que te vejo, pensamentos criam asas. Um dia, teu olho me chama; Noutro dia, esnobas-me com o teu olhar, e minha poesia ardente, apagas na lama. Decerto, um dia, aprenderei a te amar do jeito que mais fazes, e ama. E nesse dia o céu, há de também te olhar. Por isso faço meus versos: Vivo! -- pra te adorar. (Lustato Tenterrara) há 5 horas ·
Jose Luis Lacerda
o meu já está no recanto
há 5 horas
Ana Átman
Lustato, é por isso que perdoo todos os teus deslizes... assim eu não resisto. Tá vendo? Ôh coisa bem boa!!!
há ± 1 hora
Lustato Tenterrara
Thanks, Princesa.
Obrigado. Viu? Uns pensamentos, e pronto. Obrigado por inspirar-me.... Ver mais bj. Lustato há 20 minutos via Resposta por e-mail
![]() http://www.lustatotenterrara.comAmor & Poesias Messenger Love & Passion of Lustato Tenterrara http://BrasilPoesias.ning.com Brasil Poesias Rede de Música Prosa Verso Poemas e Relacionamentos Clique Aqui Poemas de Amor Lustato AdS Visite: http://bit.ly/nossosite e http://bit.ly/nossarede e http://bit.ly/PlayerMp3 Um Poema para Papais e Mamães Corujas Para seguir Brasil Poesias no Twitter e ganhar + 50 seguidores Publicado por Lustato Tenterrara em 02/06/2010 às 21h59
Você não pode copiar, exibir, distribuir, executar, criar obras derivadas nem fazer uso comercial desta obra sem a devida permissão do autor. |