Lago Paranoá Author: Elmano Sandino
by Lustato Tenterrara
A lua quando reflete
Nas águas do Parnaíba
Remete às águas longíqüas
do Lago Paranoá...
Onde, eu sei, tens morada
às margens
do lado de lá. Author: Elmano Sandino by Lustato Tenterrara
Imagine
(Fragmento: Author John Lennon. Letra Traduzida e Adaptada by Lustato Tenterrara)
Você dirá, talvez: eu vivo a sonhar!
Mas eu não sou o único sonhador.
Matenho esperanças:
Um dia todos vocês, juntos, conosco.
E nesse dia
O mundo será uma só fraternidade. Author: John Lennon Tradução, adaptação e versão by Lustato enterrara
Veja vídeo com Mensagem de Otimismo com música incidental Imagine, by John Lennon, com letra original
e letra traduzida e adaptada by Lustato Tenterrara, na videoteca Rede Brasil Poesias http://brasilpoesias.ning.com/video/2693092:Video:17973
Também sou Palhaça sem querer.
Tal qual a música ao fundo
minha alma arde de dor e rio
quando vejo atores representando
no Palco da Vida em alarde!
Reconheço neles
Minha Própria Arte...
Em boas e nem tão boas atuações
no brilho do que pode ser um prêmio
e não é pela situação.
Pela falta do Palco Certo!
Pela abandonada profissão...
E choro pintando e sendo pintada
rio e dou gargalhadas...
Quando por dentro meu coração
explode de tristeza...
E entro em cena:
Faço meu show!
Realizo-me, saio serena...
Não posso levar a vida a sério...
Nem quero!
Da vida adulta peço demissão!
Não quero ter mais que 7 anos...
Quero brincar de pega-pega...
Quero ser bailarina
desengonçada na sapatilha
de ponta doendo os pés!
Quero tocar piano
e levar bronca da professora
ao mudar Mozart e acrescentar
acordes e notinhas
dando um “Q” de MPB
movida pela imaginação
e cuspir nas partituras
por não entender
porque não posso poder
Quero subir na mangueira...
Chegar ao topo da jabuticabeira
usando os passos da bailarina
desengonçada que fui
mas que serviram pra me ensinar
a não ter medo de me lançar
e nos galhos fazer “pliê”
em medo de ninguém entender...
Quero descer o morro
sentada num papelão
fazendo dele meu carro:
Minha Nave até alcançar o chão!
Lá embaixo a me aguardar... Meu Guardião!
Quero jogar bola de gude!
Caçar baratas pra serem
os Cavalos da Carruagem
feita de caixinha de fósforos
carregando a Formiguinha-Cinderela...
Quero fazer croquetes de
minhoca e cobra cega
e convencer meu amigo
que melhor petisco não há
e vê-lo, segurando meu riso,
comer os nojentos croquetes
acompanhados de suco de grama!
Imaginário e Real Banquete...
Quero saber quase nada
do 'Mundo dos Adultos'
que me rodeiam e cobram: Eficiência e Perfeição
sem entenderem que em mim...
Habita um Eterno NÃO!
Não ao que já foi feito...
Não ao caminho reto...
Não ao incontestável
Contestação Perene
a tudo considerado Correto.
Que mora em mim
a 'interrogação',
que tudo em mim é contexto
e Contesto!
Que nada me fará seguir
"O Caminho" que traçaram pra mim!
Que Meu Próprio Caminho sigo
Me arrebento... Já nem sinto dor E sou mais feliz assim...
Nesta busca incansável por mim...
Sem retorno
palhaça em fim!
Mas repleta de muito AMOR...
MarCela Torres
Music by Antonio Marcos
SONHOS DE UM PALHAÇO
Publicado em my website
Recanto das Letras em
09/08/2007
Link direto:
http://www.marcelatorres.com/visualizar.php?idt=599497
(muitas emoticons, muitas emoções)
Hair - The Movie
Vídeo: Let The Sunshine In Áudio em inglês, sem legendas
Áudio: Inglês, sem legendas
"We starve-look * At one another * Short of breath * Walking proudly in our winter coats * Wearing smells from laboratories * Facing a dying nation * Of moving paper fantasy * Listening for the new told lies * With supreme visions of lonely tunes * * * Somewhere * Inside something there is a rush of * Greatness * Who knows what stands in front of * Our lives * I fashion my future on films in space * Silence * Tells me secretly * Everything * Everything *** Manchester England England * Manchester England England * Eyes look your last * Across the Atlantic Sea * Arms take your last embrace * And I'm a genius genius * And lips oh you the doors of breath * I believe in God * Seal with a righteous kiss * And I believe that God believes in Claude * Seal with a righteous kiss * That's me, that's me, that's me * The rest is silence * The rest is silence * The rest is silence *** [Singing] *** Our space songs on a spider web star * Life is around you and in you * Answer for Timothy Leary, dearie *** Let the sunshine Let the sunshine in * The sunshine in Let the sunshine * Let the sunshine in * The sunshine in * Let the sunshine * Let the sunshine in * The sun shine in..." See Sinopse of HAIR THE MOVIE
Hair - The Movie
Vídeo: Manchester England & Let The Sunshine In
Áudio: Inglês, sem legendas
"We starve-look
At one another
Short of breath
Walking proudly in our winter coats
Wearing smells from laboratories
Facing a dying nation
Of moving paper fantasy
Listening for the new told lies
With supreme visions of lonely tunes
Somewhere
Inside something there is a rush of
Greatness
Who knows what stands in front of
Our lives
I fashion my future on films in space
Silence
Tells me secretly
Everything
Everything
Manchester England England
Manchester England England
Eyes look your last
Across the Atlantic Sea
Arms take your last
embrace
And I'm a genius genius
And lips oh you the
doors of breath
I believe in God
Seal with a righteous kiss
And I believe that God believes in Claude
Seal with a righteous kiss
That's me, that's me, that's me
The rest is silence
The rest is silence
The rest is silence
[Singing]
Our space songs on a spider web sitar
Life is around you and in you
Answer for Timothy Leary, dearie
Let the sunshine
Let the sunshine in
The sunshine in
Let the sunshine
Let the sunshine in
The sunshine in
Let the sunshine
Let the sunshine in
The sun shine in..."
ENTENDA ESTE FILME:
Leia a sinopse do filme e mais vídeos in Assista o filme Hair The Movie
http://brasilpoesias.ning.com/profiles/blogs/hair-the-movie-by-lustato
Belo!
É um Elo.
Elo de Aquarius.
Elo de Era.
Quimera?
Não.
'Se você pode sonhar, você pode fazer' (Walt Disney)
que não tem nada a ver com isso, mas a frase tem.
E se alguém sonhou um dia
e se
o sonho individual
é fragmento de
sonho coletivo
Feito está sendo.
Sendo
Cedo
Sede
Sede
de
Paz
Tecendo
se...
Conta o final da história de Claude, um líder de uma troup de hippies pacifistas
que se vê embarcando em direção ao Vietnan, apenas por que invadiu a base e trocou
de lugar com seu amigo (o verdadeiro soldado) para que esse fosse encontrar-se com a namorada,
uma despedida, já que o soldade iria para o front naqueles dias.
Só que enquanto ocorre essa 'substituição', é dado o toque de embarque para o front...
E Claude vai no lugar do amigo... Vai de encontro a Deus...
E o mais tocante, que acho, são os últimos sons produzidos por Claude,
ao som do rock Manchester England, onde Claude murmura-canta:
"I believe in God... I Believe in God... And I believes that's God believes in Claude: Thats me, thats me, thats me..."
Eu publiquei aqui, uma crônica-sinopse do filme HAIR THE MOVIE
onde tem mais uns vídeos e percebe-se a grandiosidade do melhor filme produzido pela história das civilizações.
Se você tiver tempo, leia e assista. No início da crônica eu me repito muito
(Mas até mesmo Drummond dizia "... é certo que me repito...")
mas a repetição é para que a frase final de Claude adentre mais nos pensamentos dos leitores. http://brasilpoesias.ning.com/profiles/blogs/hair-the-movie-by-lustato
Ah! Se você não tiver tempo, ASSISTA ASSIM MESMO, pois vale a pena, ou
melhor, o prazer de assistir, rever, ou conhecer a história do
irreverente Claude, que troca o seu destino com o de seu amigo George.
Literalmente. Destinos trocados, numa ode à Paz, para mostrar o
sem-razão de uma guerra.
Beijos.
Lustato
Posted: 2009-06-29 01:20:35 UTC
Publicado por Lustato Tenterrara em 29/06/2009 às 00h28
Adorável texto esse que adiante vou postar, de autoria de Helen De Rose. E ora o faço na estreita via da reserva legal pois, adiante, após o Depoimento Homenagem de Helen De Rose, que ela poeticamente denominou JAMAIS TE ESQUECEREI segue uma crônica que, à guisa de comentar o texto de Helen, entra em considerações, ora sobre a autora, ora sobre o texto.
Uma lágrima molhou minha face, o que, no entanto não é de se admirar, pois já ocorreu de uma lágrima correr até por causa de um desenho animado.
Mas, no entretanto eu estava precisando rolar esta lágrima. Desde o ocorrido "ensimesmei-me em mim mesmo", ouvindo as notícias como num sonho do qual fosse, por certo, despertado.
No estranho, porém, desse surrealismo, as notícias continuaram a chegar, vi a insensibilidade virtual de alguns, o sensacionalismo de outros, e no entanto, porém, continuei absorto.
Neguei-me a ler, a clicar, a ouvir o que todos alardeavam. Pensava, talvez, que assim Michael continuaria presente em meus pensamento, e que passaria assim despercebido de mim, que já tenho muito de absorto em mim... Um pouquinho mais e quem sabe, daqui a uns anos, meu consciente nem daria conta de que aquele menininho que eu aprendi a amar, quando eu o encontrasse, talvez, na hora também de minha partida, eu poderia dizer: "Michael? Você por aqui?"
Então estava eu determinado a ignorar que ele já fôra. Determinado. Determinado a não clicar em nada que, por esses dias, tivesse o nome de Michael. Determinado mesmo.
Então, de repente, caí em mim. Deixastes, Helen, esse teu maravilhoso depoimento, o qual tu o denominou "Jamais te Esquecerei".
Despercebido, cliquei, penetrei, retornei e chorei a lágrima que até então, determinado, negava-me a realizar. Determinado que estava, eu, em continuar absorto (o que pra mim é fácil. Meu outro nome é Absorto!).
Então, absorto, caí na inocente armadilha que o teu título me trouxe: "Jamais te Esquecerei".
Determinado estava. Jamais te esquecerei.
Jamais te esquecerei, Helen, por expressar tão bem um sentimento que anda em meu peito, como se meu peito fosse teu.
Retirando os detalhes pessoalíssimos de teu depoimento, todo o resto, sempre, esteve comigo, em meus pensamentos.
Então chorei Helen. Dizem que chorar nossos mortos faz algum bem à saúde do chorador. Creio que mais bem à saúde de quem chora a morte dos seus, seria a alegria de tê-los ainda entre os seus, neste nosso mundo material.
Mas o caso é que Michael pegou sua nave lunar e dirigiu-se ao Céu. Deixando atrás de si, restos e rastros, como se fôra um cometa. O cometa Michael.
Que passou por este mundo entre altos e baixos: conheceu a pobreza, a riqueza; os castigos, as benesses; o chorar, o sorrir; o amar, o partir; a saúde, a doença; o carinho, a desilusão; o prazer, e o vício; o amor e o desamor e a dor...
Obrigado, Helen, por teu lindo depoimento-homenagem.
E por ter proporcionado que minha lágrima, enfim, rolasse.
Choram, Michael, milhões de estrelas, por ti.
Por ti, milhões de estrelas choram, Michael.
Michael, por ti, milhões de estrelas choram.
Choram por ti, Michael, milhões de estrelas.
Milhões de estrelas choram, Michael, por ti.
Por ti, Michael, choram milhões de estrelas.
Milhões de estrelas, Michael, por ti, choram.
Choram milhões de estrelas, Michael, por ti.
Por ti, estrelas choram Michael, milhões delas...
Outros milhões de estrelas sorriem, Michael,
por estarem, agora, mais perto de ti.
Uma dádiva divina ser teu contemporâneo, Michael,
e ter a honra de o poder ver...
Continuas a brilhar, Cometa Michael... A brilhar...
Jamais te o esquecerei Michael!
Um beijo, meu amigo,
gostaria muito de o encontrar
se o Senhor de todos os Deuses o permitir.
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Adorável texto esse que adiante vou postar, de autoria de Helen De Rose. E ora o faço na estreita via da reserva legal pois, adiante, após o Depoimento Homenagem de Helen De Rose, que ela poeticamente denominou JAMAIS TE ESQUECEREI segue uma crônica que, à guisa de comentar o texto de Helen, entra em considerações, ora sobre a autora, ora sobre o texto.
Hoje eu quero falar de você.
Nascido no dia 29 de agosto de 1958, destinado para fazer muitos de nós felizes, inclusive eu.
Comecei a dançar aos 4 anos de idade e já ouvia você cantar em 1968.
Ainda era um menino, com um brilho e um sorriso nos olhos.
Com o passar do tempo fui aprendendo a dançar e ficava encantada com suas apresentações na minha adolescência nos anos 70 e 80. Os passos que você criou, os clipes que passaram a ser inesquecíveis pra mim.
Comprei seus discos, CDs e DVDs para aprender a dançar do seu jeito. Você marcou minha vida através da dança.
Depois de formada, ensinei nas aulas de “street dance” todas as minhas alunas dançarem como você.
Quantas saudades já estou sentindo!
O seu legado é eterno! Todos saberão que você esteve por aqui, celebrando a vida dançando e cantando sua existência.
Sempre ficará a lembrança no meu coração, do quanto você foi pra mim, como dançarina, como professora de dança e como sua fã.
Michael, não importa o que digam de ruim de você, não importa o que escrevam de ruim de você, o que importa pra mim, é o que você foi, é e sempre será na minha vida. Meu mestre de dança, que mais admirei. A sua dança é a que mais tive o prazer de aprender e ensinar.
Aqui fica meu agradecimento, por sua passagem neste Planeta, o agradecimento de ter tido a oportunidade de estar aqui, para aplaudi-lo em pé.
Com muita emoção no meu coração, até um dia em outra jornada qualquer...
Uma lágrima molhou minha face, o que, no entanto não é de se admirar, pois já ocorreu de uma lágrima correr até por causa de um desenho animado.
Mas, no entretanto eu estava precisando rolar esta lágrima.
Desde o ocorrido "ensimesmei-me em mim mesmo", ouvindo as notícias como num sonho do qual fosse, por certo, despertado.
No estranho, porém, desse surrealismo, as notícias continuaram a chegar, vi a insensibilidade virtual de alguns, o sensacionalismo de outros, e no entanto, porém, continuei absorto.
Neguei-me a ler, a clicar, a ouvir o que todos alardeavam. Pensava, talvez, que assim Michael continuaria presente em meus pensamento, e que passaria assim despercebido de mim, que já tenho muito de absorto em mim...
Um pouquinho mais e quem sabe, daqui a uns anos, meu consciente nem daria conta de que aquele menininho que eu aprendi a amar, quando eu o encontrasse, talvez, na hora também de minha partida, eu poderia dizer: "Michael? Você por aqui?"
Então estava eu determinado a ignorar que ele já fôra. Determinado.
Determinado a não clicar em nada que, por esses dias, tivesse o nome de Michael. Determinado mesmo.
Então, de repente, caí em mim.
Deixastes, Helen, esse teu maravilhoso depoimento, o qual tu o denominou "Jamais te Esquecerei".
Despercebido, cliquei, penetrei, retornei e chorei a lágrima que até então, determinado, negava-me a realizar.
Determinado que estava, eu, em continuar absorto (o que pra mim é fácil. Meu outro nome é Absorto!).
Então, absorto, caí na inocente armadilha que o teu título me trouxe: "Jamais te Esquecerei". Determinado estava. Jamais te esquecerei.
Jamais te esquecerei, Helen, por expressar tão bem um sentimento que anda em meu peito, como se meu peito fosse teu. Retirando os detalhes personalíssimos de teu depoimento, todo o resto, sempre, esteve comigo, em meus pensamentos.
Então chorei Helen. Dizem que chorar nossos mortos faz algum bem à saúde do chorador. Creio que mais bem à saúde de quem chora a morte dos seus, seria a alegria de tê-los ainda entre os seus, neste nosso mundo material.
Mas o caso é que Michael pegou sua nave lunar e dirigiu-se ao Céu. Deixando atrás de si, restos e rastros, como se fôra um cometa.
O Cometa Michael.
Que passou por este mundo entre altos e baixos: conheceu a pobreza, a riqueza; os castigos, as benesses; o chorar, o sorrir; o amar, o partir; a saúde, a doença; o carinho, a desilusão; o prazer, e o vício; o amor e o desamor e a dor...
Obrigado, Helen, por teu lindo depoimento-homenagem.
E por ter proporcionado que minha lágrima, enfim, rolasse.
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Publicado por Lustato Tenterrara em 28/06/2009 às 19h31
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